Esferas
Dentro do par de esferas castanhas
Não poderia encontrar nada além de mim
Almejando o toque de suas mãos
Não poderia adivinhar que chegaria ao fim
Dentro do par de esferas negras
Não poderia encontrar nada além de ti
Imaginando como seria a vida sem mim
Não hesitou e disse "é o fim"
Abusou, arrancou
Calou-se de vez
E quanto às boas lembranças
Nem memorizá-las o fez
Não poderia encontrar nada além de mim
Almejando o toque de suas mãos
Não poderia adivinhar que chegaria ao fim
Dentro do par de esferas negras
Não poderia encontrar nada além de ti
Imaginando como seria a vida sem mim
Não hesitou e disse "é o fim"
Abusou, arrancou
Calou-se de vez
E quanto às boas lembranças
Nem memorizá-las o fez
Tá muito bom esse poema, Jade.
ResponderExcluirEu tenho uma pequena sugestão: acho que você se daria bem se usasse a métrica.
Acho que é por causa dela que você achou os meus poemas tão perfeitinhos, haha
E agora um pequeno consolo: vai dar tudo certo, vai passar tudo, e quando você olhar pra trás, você verá os textos carregados de talento e sentimento que você conseguiu produzir porque estava assim.
Haha, piegas e tal, mas é assim mesmo que a coisa funciona :B
Te amo, Jade!
Beijão :*
as suas amigas só sabem te criticar... que saco isso...
ResponderExcluirminha opinião: usar a métrica está totalmente ultrapassado. se você estudou um pouco de literatura na vida, você viu que os poemas mais modernos às vezes sequer rimam.
atualmente, os escritores têm priorizado mais a profundidade das palavras, a intensidade do sentimento exposto, do que a reles frescura da rima e da métrica.
Vai nessa, garota! Você não poderia estar indo melhor!
Beijocas da maninha!